Fazemos parte da Segunda Igreja Batista em Cabedelo/Pb, situada no bairro, Jardim Manguinhos em frente a Estação de trem.
Horários de cultos:

- Terça: departamentos 19:30h

- Quarta: Culto de oração 19:30h

- Quinta: Reunião da União de adolescentes 19:30h

- Sabado: Culto da UNIJOVEM 19:00h

- Domingo: EBD 09h e Culto de adoração 18h

terça-feira, 21 de maio de 2013


ANTES DA FORMAÇÃO DA FAMÍLIA: NAMORO E NOIVADO

Mesmo que na Bíblia não fale sobre namoro, mas apenas sobre noivado, para que um (a) filho (a) de Deus se case, constituindo uma família, deve primeiro escolher uma pessoa a qual namore, noive, e se vê que vai dar certo, se case.

COMO ESCOLHER SEU COMPANHEIRO (A)?

Antes de começar um namoro, um (a) filho (a) de Deus precisa de duas coisas:
1ª) Ter entendimento de como Deus valoriza o casamento e a família; isso vai gerar nele (a) uma consciência maior da sua futura responsabilidade, e o (a) ajudará na escolha da (o) pretendente.

2ª) Fazer amizade com a (o) pretendente, e como amiga (o) se conhecer, para que observe se vale a pena começar o namoro.

QUALIDADES A SEREM VISTAS NO (A) PRETENDENTE
Não ser pecador (a) (2Co 6.14-16; 1Co 7.39); Ser um (a) filho (a) de Deus que tem compromisso com a Palavra (Pv 13.18; Fp 3.12-16; 1Co 5.11); Ser bom filho (a) (Cl 3.20; Ef 6.1-3); Ter afinidade com você, ou seja, a sua personalidade deve lhe agradar; Trazer-lhe atração física.

Após observar se tem estas virtudes, aí deve começar um namoro, pois vai haver unidade entre o casal.

Observações:
1ª) É a pessoa que escolhe seu companheiro (a) e não Deus (1Co 7.39).
O Espírito Santo pode guiar (direcionar) um salvo a uma pessoa (aonde ele só vai perceber esta direção se estiver tendo uma vida consagrada ao Senhor e conforme for crescendo na renovação da sua alma), mas a decisão será sempre das duas pessoas.

2ª) Uma pessoa pode ser um mal filho (a) por falta de conhecimento e entendimento da Palavra de Deus, mas por ser compromissado com a Verdade estar melhorando nesta área, e por isso esta pessoa é um (a) bom pretendente.

3ª) Deus não é contra que observemos a aparência do (a) pretendente quando diz em Sua Palavra que enganosa é a graça e vaidade é a formosura (Pv 31.30a), mas sim que não devemos colocar a beleza em primeiro lugar na escolha de um namorado (a), porém a prioridade deve ser se ele (a) é salvo (a) e se tem compromisso com a Palavra para, depois disso, analisar a sua aparência.

COMO DEVE SER O NAMORO E NOIVADO CRISTÃO?
Principalmente com muito diálogo, ou seja, com uma boa comunicação, afinal é um período para ambos conhecerem as virtudes, defeitos, gostos etc. de cada um; Com carinhos (palavras, beijos, abraços...).

Com a intenção de expressar amizade e cuidado [2 Co 13.12 {o beijo santo citado neste versículo é o beijo de amizade, o qual também deve ser dado por namorados e noivos}]);

Sem carícias (beijos, abraços e toques com a intenção de satisfazer o seu desejo sexual [libido] e despertar o desejo do outro [a], onde isto é andar em lascívia, sensualidade [Mt 5.27,28; Os 4.11 {na versão Revista e Atualizada de Almeida}]);

Sem relações sexuais, pois Deus criou o sexo para ser desfrutado apenas por casais casados (Dt 22.28,29; Gl 5.19a [neste versículo de Gálatas, a palavra grega traduzida por “prostituição” se refere a toda relação sexual entre um homem e uma mulher contrária ao que Deus estabeleceu, onde a fornicação {sexo entre casais solteiros} também se encaixa {Ap 21.8 na versão Revista e Corrigida de Almeida}]).

Observações:
1ª) Os casais de namorados e noivos precisam entender que devem conhecer os gostos, objetivos, personalidade etc. um do outro, e deixar para desenvolver o conhecimento de coisas que despertem o desejo sexual (libido) depois que casarem.5

2ª) Para que o casal de namorados (e também os noivos e casados) tenha uma boa comunicação é necessário que ambos sejam ouvintes atentos e humildes (Tg 1.19; 4.6), ou seja, ouçam um ao outro decididos a analisar as informações, pondo em prática se o que foi dito for certo e discordando sem contenda se o que foi falado não for correto.

3ª) A comunicação do casal deve começar no namoro, mas vai permanecer e desenvolver-se no noivado e casamento (Lc 14.28 [o princípio de fazer um planejamento, mostrado neste versículo, deve ser praticado também no relacionamento de um casal através da comunicação]).

4ª) Embora os dicionários falem que carinho é a mesma coisa que carícia, nós cremos que existe diferença entre os dois, como já vimos nesta matéria.

5ª) Por causa da queda do homem, cada pessoa tem um nível de desejo sexual (libido) diferente de outra.

É por isso que o casal de namorados e noivos só deve expressar carinho dentro do limite deles (que varia de pessoa para pessoa), para que não aconteça de deixarem os carinhos e passarem às carícias, podendo chegar à fornicação. Sendo assim, é melhor para os casais de namorados e noivos expressar carinhos mais com palavras do que com beijos, abraços etc.

6ª) O casal de namorados e noivos devem evitar locais onde fiquem sozinhos fisicamente, pois assim será mais fácil evitar o pecado.

7ª) Existe uma graça (capacidade) de Deus disponível para que os casais cristãos de namorados e noivos tomem cuidado para não praticarem sexo antes do casamento; porém esta graça (capacidade) se manifesta se eles forem ensinados pelo Espírito Santo (Jo 14.26; 1Co 2.12), resultado de terem uma vida consagrada ao Senhor (Hb 11.6 na versão King James Atualizada).


quinta-feira, 7 de março de 2013



Como está o seu tempo?

PERTO DE MORRER, UM HOMEM FEZ 3 PEDIDOS

1) Que seu caixão fosse carregado pelos melhores médicos da época.

2) Que os tesouros que tinha, fossem espalhados pelo caminho até seu tumulo.
3) Que suas mãos ficassem no ar, fora do tumulo e a vista de todos.


Alguém surpreso perguntou: Quais são os motivos?
Ele respondeu:
1) Eu quero que os melhores médicos carreguem meu caixão, para mostrar que eles não têm 
o poder de curar na face da morte.
2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que todos possam ver que os 
bens materiais aqui conquistados, aqui ficam.
3) Eu quero que minhas mãos fiquem para fora do caixão, de modo que as pessoas possam 
ver que viemos com as mãos vazias, e saímos de mãos vazias, para morrer você não leva 
nada material ...

"TEMPO" é um tesouro precioso que nós temos. Podemos produzir mais dinheiro, mas não 

mais tempo!

O melhor presente que você pode dar a alguém é o seu tempo! Dedique mais do seu tempo 

para Deus...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

FELIZZZZZZZZZZZZZ NATAAAAAL!!!!

O Minisério Investindo em Vidas, deseja a todos os irmãos e amigos um Natal maravilhoso de muita paz, comunhão e amor, na presença do nosso salvador e Senhor Jesus Cristo. Amém!



Assistam este video e glorifiquem a Deus. Pois somente ele é merecedor de honra, glória, majestade, louvor e adoração. Deus abençoe a todos!
http://youtu.be/TVpJGqvff28

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Os cultos e refinados Filisteus


Os cultos e refinados Filisteus
A Bíblia os descreveu como um povo belicoso e bárbaro, mas os arqueólogos têm uma opinião bem diferente acerca desses antigos habitantes de Canaã
por Elisabeth Yehuda
 
 
 

Para o senso comum, a palavra “filisteu” designa um indivíduo inculto e carente de inteligência, com interesses vulgares e puramente materiais. Um sujeito convencional, desprovido de toda e qualquer capacidade intelectual. Porém, para os arqueólogos, o termo evoca algo muito diferente.
 
Ecron, Gath, Gaza, Ashcalon e Ashdod são nomes que os estudiosos da Bíblia e da história de Israel sabem de cor. Representam as localidades que constituíram, a certa época, a aliança política e econômica entre cinco cidades-estado autônomas na costa sul do Levante, conhecida como a pentápole filistina. A região era habitada por povos oriundos do Egeu, os filisteus, que se estabeleceram definitivamente no local durante a Idade do Bronze tardia.
 

De Josué a Jeremias, o Antigo Testamento sistematicamente os descreve como inimigos mortais dos hebreus. São apresentados como guerreiros incansáveis, que combatem e humilham cruelmente os israelitas, oferecendo ao deus Dagan todos os bens alheios saqueados. Em uma das inúmeras guerras travadas entre os dois povos, os cadáveres degolados do rei Saul e de seus filhos ficaram friamente expostos diante das muralhas da cidade de Beth Shean. Porém, a vingança dos israelitas, ou melhor, de seu deus Jeová, não foi menos atroz: segundo a narrativa bíblica, o povo inimigo sofreu moléstias, ulcerações e chagas. Davi, por ocasião de seu casamento com Michal, filha de Saul, presenteou sua noiva com o prepúcio de 200 filisteus mortos. Nos tempos em que ainda pastoreava as ovelhas de seu pai, Jessé, ele já havia sido protagonista de um célebre embate, em que demonstrou ao amedrontado exército israelita que bastava uma funda para dobrar a força filistina, encarnada no gigante Golias. Outro personagem conhecido da querela, Sansão, escolhido de Deus, viveu a amarga experiência de que nem sempre é vantajoso desposar uma mulher da tribo inimiga.

Não fossem os autores do Livro Sagrado judaico, os filisteus permaneceriam tão desconhecidos como inúmeros outros povos da época. Mas os escribas bíblicos consideraram-nos dignos de nota e desde então, graças ao caráter das descrições a eles dedicadas, os povos do mar gozam da inglória fama de incultos e bárbaros. No entanto, os achados arqueológicos trazem à luz a avançada cultura filistina e comprovam que a tribo sabia perfeitamente se portar como povo civilizado.


Em finais do século XII a.C., o faraó Ramsés III ergueu o templo mortuário em Medinet Habu. Ali, o governante quis perpetuar seu nome e feitos heróicos e, para tanto, decorou as paredes externas do mausoléu com preciosos relevos, representando as cenas de suas inúmeras glórias. Os frisos são acompanhados de textos explicativos, que descrevem minuciosamente cada uma das batalhas vencidas. Entre eles, a história das pelejas contra os povos do mar.

Por volta de 1190 a.C., no oitavo ano de reinado de Ramsés III, o Egito foi atacado por uma coalizão de povos marítimos. O faraó massacrou os invasores e contabilizou uma retumbante vitória. Entre os derrotados, havia tribos de nomes tão sonoros como Thekker, Shekelesh, Denyen, Wesheh e Peleset. Os estudiosos concordam que estes últimos são idênticos aos filisteus da Bíblia.

O quadro é complementado pelo Papiro Harris, uma crônica da época de Ramsés IV – aproximadamente 1153 a.C. –, que detalha ainda mais os conflitos bélicos ocorridos durante o reinado de seu predecessor. Os documentos relatam o massacre empreendido por Ramsés III. Vencidos e aprisionados, os filisteus foram levados à força para guarnições no Egito.

Mas a dúvida permanece: até que ponto os construtores de Medinet Habu e os escribas do papiro foram fiéis à realidade? Afinal, a narração de batalhas indecisas ou de vitórias dos rebeldes não seria benéfica à gloriosa memória do faraó. A ciência concorda que a questão é controversa. Há décadas, os estudiosos discutem o teor de verdade dos textos. Parte dos pesquisadores argumenta que não há exageros nos relatos, e que o faraó egípcio teria, de fato, trucidado os filisteus e colonizado as guarnições com os sobreviventes. As imagens e a narrativa que chegaram à atualidade demonstram que os povos do mar não avançaram rumo ao Egito somente com seus exércitos, mas com carruagens cheias de mulheres e crianças. Porém, se populações inteiras se mobilizaram em direção a terras estrangeiras, tendo sido interceptadas pelos egípcios e obrigadas a se estabelecer nos domínios do faraó, algum vestígio concreto dessa colonização deveria permanecer. E o Egito não guarda remanescentes da cultura filistina, que aparece mais nítida em outros locais.

Um segundo grupo de estudiosos considera a tese de assentamento compulsório dos povos do mar bastante plausível, mas argumenta que a descrição do local de colonização é muito vaga. Esses pesquisadores ponderam que os filisteus podem ter sido levados a algum lugar ao norte do reino egípcio. E como este era bastante vasto, não é impossível que a Terra de Canaã, sob domínio do Egito nos tempos de Ramsés III, tenha sido o local do desterramento. Os sepultamentos ao estilo egípcio lá encontrados, possivelmente herdados pelos recém-chegados de seus dominadores, e os objetos escavados na região juntamente com peças de cerâmica moldadas à moda filistina depõem a favor dessa teoria.

Uma terceira linha de pesquisa coloca em dúvida as conquistas e relatos de glória de Ramsés III. Segundo seus defensores, os egípcios não saíram de modo nenhum vitoriosos das batalhas contra os filisteus e estes teriam colonizado a região de Canaã por conta própria. As marcas de destruição nos postos egípcios avançados, como em Tel el-Farah, nos quais foi encontrada cerâmica tipicamente filistina, parecem comprovar essa hipótese.

A origem dos povos do mar é mais um assunto de disputa entre os estudiosos, que concordam apenas sobre o espaço do Egeu como local de procedência. Alguns pesquisadores consideram a região micênica como berço dos filisteus. Outros, mais cuidadosos, defendem uma opinião conservadora: a pátria dos povos do mar seria Chipre. E há ainda os audazes, que consideram que a colonização de Canaã se deu a partir da Anatólia. Estes chegam a lançar mão da Ilíada de Homero como repositório de informações sobre a origem filistina. Afinal, se o famoso arqueólogo alemão Heinrich Schliemann conseguira encontrar Tróia guiado pelos versos do grande poeta grego, então não parece impossível que Menelau ou Odisseu, que depois de intermináveis périplos haviam atracado nas costas da Líbia e do Egito, tenham sido os ancestrais dos filisteus.

O registro arqueológico só reconstitui a origem filistina até Chipre, a última estação inquestionavelmente pertencente aos povos do mar em sua peregrinação rumo ao sul. Depois disso, qualquer tentativa de relacionar os diversos achados fracassa em função da semelhança dos supostos vestígios com os remanescentes de outras culturas oriundas do Egeu.
No Levante, os recém-chegados filisteus realizaram mais do que simplesmente amedrontar os nativos. Traziam na bagagem sua própria cultura e esforçaram-se por estabelecê-la no novo lar. Mas eis que surge nova matéria de controvérsia entre os estudiosos. Uns acreditam que o desenvolvimento que se seguiu representa mera assimilação, com a crescente dissolução dos costumes filistinos. Outros consideram tratar-se de uma aculturação, isto é, uma troca ativa entre duas ou mais culturas, resultando na modelagem de cada uma delas.

De todo modo, o que parece certo é que, embora os filisteus tenham vindo como conquistadores, logo trataram de se arranjar com os hábitos de Canaã. Adotaram os elementos que consideraram bons e práticos e mantiveram aquilo que lhes era caro. Assim, seus deuses são todos de origem cananéia, bem como os parâmetros de guerra que passaram a usar, como se pode verificar pela armadura ostentada por Golias no relato bíblico. A cerâmica, no entanto, foi considerada demasiadamente simples, e os filisteus continuaram a moldar suas peças de acordo com suas antigas técnicas e tradições. As escavações na pentápole filistina trouxeram à tona uma enorme quantidade de peças em estilo micênico. Porém, um século depois do assentamento inicial, parece haver ocorrido o reconhecimento do valor da cerâmica cananéia e a incorporação de novos elementos estilísticos, levando a uma produção que unia os estilos micênico, cipriota, cananeu e egípcio.

Possivelmente, a ojeriza bíblica aos filisteus se relaciona menos com sua propalada violência bélica e mais com os seus hábitos. Seu cardápio incluía – além de boi, carneiro, aves e cabra – carne de porco, ingrediente culinário impensável para os hebreus e não encontrado nas montanhas vizinhas, habitadas pelos israelitas.

Se considerarmos que os filisteus não veneravam um único deus patriarcal mas uma grande quantidade de deuses e deusas, a indignação sacerdotal hebraica se torna ainda mais compreensível. A segunda mais importante divindade filistéia respondia ao sonoro nome de Baal-Zebub e os israelitas consideravam esse deus a personificação do paganismo. Hoje, belzebu é um nome corriqueiro para o diabo.

Embora sua engenhosidade não tenha sido reconhecida pelos moradores da montanha, os invasores destacaram-se na arte da construção naval, introduzindo grandes inovações tais como a âncora de pedra com braços de madeira, a vela móvel para as embarcações e o cesto da gávea.

A arquitetura também pôde se beneficiar: até então, a construção fazia uso apenas de pedras brutas e tijolos. Os povos do mar trouxeram a técnica de esculpir grandes blocos rochosos. Além disso, desenvolveram e aperfeiçoaram o processamento de metais.

Em XI a.C., as cidades filistéias floresceram e destacavam-se pelos espaços amplos e pelas generosas construções. Os templos, erguidos em veneração a Dagan, impressionavam pela vastidão de suas galerias, cujas pilastras sustentavam tetos semi-abertos. Em seu interior, ardiam fogos sagrados, e altares móveis, nichos e plataformas de oração guarneciam os locais de culto. Em Ashcalon, vinhos exóticos eram produzidos e exportados. Numerosas garrafas foram desenterradas no local, comprovando que os habitantes dessa cidade gostavam de consumir a bebida, além da tradicional cerveja. Ecron, por sua vez, alcançou fama nacional e talvez até internacional pela produção de outro líquido precioso: o óleo de oliva, que se destacou na época pela excepcional qualidade.

No século X a.C., quando da unificação das tribos israelitas sob o rei Davi, os filisteus foram colocados diante de uma grande dificuldade, com a força multiplicada dos hebreus ameaçando-os. Além destes, os arameus, babilônios e assírios foram de igual importância para sua decadência. Os arameus, por exemplo, não mediram esforços para conquistar a cobiçada Gath e, no século IX a.C., chegaram a sitiá-la, escavando um poço com mais de seis metros de profundidade e sete de largura. Após ser tomada, a cidade nunca mais se recuperou da destruição, desaparecendo dos registros por volta do século VII a.C. A última menção a ela ocorre em 712 a.C., quando foi conquistada pelos assírios e obrigada a pagar pesados tributos ao rei Sargão II, que no mesmo período dobrou Ecron ao seu jugo. Ashdod já havia se tornado província assíria um ano antes. Em 701 a.C. , o soberano de Ecron, o filisteu Padi, foi levado a Jerusalém por Hezekiah, rei judaico que se rebelara contra os assírios.

A derrocada ocorreu ao final do século VII a.C. A batalha de Karkemish, travada em 605 a.C., derrubou o domínio assírio sobre as províncias da costa mediterrânea e abriu caminho ao rei babilônio Nabucodonosor. Com sua chegada, Ecron, Ashdod e Ashcalon, sofreram a derradeira destruição. As escavações testemunham o cenário de horror que se estabeleceu. Ashcalon, com suas ruas de comércio, templos e palácios, foi inteiramente incendiada. Nada nem ninguém foi poupado, e os sítios arqueológicos atestam a existência somente de escombros de guerra. Em Ecron, o fogo dos conquistadores ardeu com tamanha intensidade que arrebentou as pedras calcárias das construções. Nenhuma peça de cerâmica permaneceu inteira, comprovando a violência do assalto que se abateu como uma catástrofe natural sobre a cidade. Depois da completa destruição, os poucos moradores sobreviventes foram aprisionados e deportados para a Babilônia.

A cultura filistina chegava, assim, ao seu ponto final. E, ao contrário dos israelitas, que haviam sofrido destino semelhante, mas aos quais, depois de 70 anos de prisão, foi aberta a possibilidade de retornar a sua pátria, os filisteus que não haviam sucumbido ao massacre nunca mais voltaram à Palestina natal. Deles resta somente o relato antipático da Bíblia e o papel de personificação do mal e da estupidez.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Final dos Tempos – Ordem dos acontecimentos


Final dos Tempos –  Ordem dos acontecimentos
Tipo: Esboços e estudos bíblicos / Autor: Pr. Rodrigo M. de Oliveira

A maior dificuldade ao estudar Apocalipse e Escatologia, é ordenar os fatos (acontecimentos), saber quando ocorrerá o que. Então estou colocando aqui em ordem os fatos que estão e vão ocorrer nestes fins de tempos que vivemos, veja:

Cronologia do Fim – Cronologia Escatológica – O Futuro da Humanidade

Sinais do tempo do fim:

1. A formação do Estado de Israel em 1948 (Ezequiel 37)
2. Aumento das viagens e progresso da ciência (Daniel 12:4)
3. O sinal do engano (Mateus 24)
4. Guerras e rumores de guerras, epidemias e terremotos (Mateus 24)
5. A grande apostasia (1 Timoteo 4:1-4)
6. O florescimento do deserto (Isaías 35, 41 e 43)
7. Ataque da Rússia e seus aliados a Israel (Ezequiel 38 e 39)
8. A reconstrução do templo judeu em Jerusalém (Mateus 24 e Daniel 11)
9. Tornados, furacões e alterações no clima da Terra (Lucas 21)

10 O Arrebatamento:

11 Ressurreição de Todos os Mortos Que creram em Deus aguardando a Promessa e os Mortos da Igreja
12 Arrebatamento dos Vivos
13 Corpo transformado em um Corpo de Glória
14 Tribunal de Cristo
15 Bodas do Cordeiro

O Período da Tribulação:

16 A Primeira Metade da Tribulação:

(Aparição do Anticristo e o Falso Profeta - Marca da Besta))

17 O Julgamento dos Selos
18 O Julgamento das Trombetas

19 A Segunda Metade da Tribulação

(marca da Besta Ogrigatória)

20 A Destruição da Babilônia
21 O Julgamento das Taças

22 O Aparecimento Glorioso de Cristo:

23 O monte das Oliveiras - onde Jesus aparecerá primeiro
24 A Batalha de Armagedom
25 O Anticristo e o Falso Profeta São Lançados no Lago de Fogo.
26 O Julgamento Das Nações

27 O Milênio (Reinado de Cristo):

28 A Última Revolta de Satanás

29 O Julgamento do Grande Trono Branco (Juízo Final):

30 A Abertura dos Livros e o Julgamento Final

31 O Lago de Fogo (Satanás,Morte, Inferno lançados)

32 A Eternidade

33 Vivendo com Cristo (DEUS) para Sempre.

Leia ainda outras dezenas de nossos artigos sobre Escatologia e Apocalipse publicados aqui mesmo em Atos Dois.

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Atenção: Se você é pastor ou líder, conheça as conferências do Ministério Apostólico Atos Dois, e agende três noites, um retiro ou congresso interno, com o Pastor Ricardo Ribeiro, em sua igreja. O Pastor Ricardo Ribeiro reside na cidade de Teresópolis, RJ, e já ministrou em praticamente todo o território nacional, formando equipes de Intercessão, Libertação, Ministério de Casais, Batalha Espiritual, etc.