O Minisério Investindo em Vidas, deseja a todos os irmãos e amigos um Natal maravilhoso de muita paz, comunhão e amor, na presença do nosso salvador e Senhor Jesus Cristo. Amém!
Assistam este video e glorifiquem a Deus. Pois somente ele é merecedor de honra, glória, majestade, louvor e adoração. Deus abençoe a todos!
http://youtu.be/TVpJGqvff28
Fazemos parte da Segunda Igreja Batista em Cabedelo/Pb, situada no bairro, Jardim Manguinhos em frente a Estação de trem.
Horários de cultos:
- Terça: departamentos 19:30h
- Quarta: Culto de oração 19:30h
- Quinta: Reunião da União de adolescentes 19:30h
- Sabado: Culto da UNIJOVEM 19:00h
- Domingo: EBD 09h e Culto de adoração 18h
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Os cultos e refinados Filisteus
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Os cultos e refinados Filisteus
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A Bíblia os descreveu como um povo
belicoso e bárbaro, mas os arqueólogos têm uma opinião bem diferente acerca
desses antigos habitantes de Canaã
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por Elisabeth Yehuda
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Ecron, Gath, Gaza, Ashcalon e Ashdod são nomes que os estudiosos da Bíblia e da história de Israel sabem de cor. Representam as localidades que constituíram, a certa época, a aliança política e econômica entre cinco cidades-estado autônomas na costa sul do Levante, conhecida como a pentápole filistina. A região era habitada por povos oriundos do Egeu, os filisteus, que se estabeleceram definitivamente no local durante a Idade do Bronze tardia. De Josué a Jeremias, o Antigo Testamento sistematicamente os descreve como inimigos mortais dos hebreus. São apresentados como guerreiros incansáveis, que combatem e humilham cruelmente os israelitas, oferecendo ao deus Dagan todos os bens alheios saqueados. Em uma das inúmeras guerras travadas entre os dois povos, os cadáveres degolados do rei Saul e de seus filhos ficaram friamente expostos diante das muralhas da cidade de Beth Shean. Porém, a vingança dos israelitas, ou melhor, de seu deus Jeová, não foi menos atroz: segundo a narrativa bíblica, o povo inimigo sofreu moléstias, ulcerações e chagas. Davi, por ocasião de seu casamento com Michal, filha de Saul, presenteou sua noiva com o prepúcio de 200 filisteus mortos. Nos tempos em que ainda pastoreava as ovelhas de seu pai, Jessé, ele já havia sido protagonista de um célebre embate, em que demonstrou ao amedrontado exército israelita que bastava uma funda para dobrar a força filistina, encarnada no gigante Golias. Outro personagem conhecido da querela, Sansão, escolhido de Deus, viveu a amarga experiência de que nem sempre é vantajoso desposar uma mulher da tribo inimiga. Não fossem os autores do Livro Sagrado judaico, os filisteus permaneceriam tão desconhecidos como inúmeros outros povos da época. Mas os escribas bíblicos consideraram-nos dignos de nota e desde então, graças ao caráter das descrições a eles dedicadas, os povos do mar gozam da inglória fama de incultos e bárbaros. No entanto, os achados arqueológicos trazem à luz a avançada cultura filistina e comprovam que a tribo sabia perfeitamente se portar como povo civilizado. |
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Em finais do século XII a.C., o faraó Ramsés III ergueu o templo mortuário em Medinet Habu. Ali, o governante quis perpetuar seu nome e feitos heróicos e, para tanto, decorou as paredes externas do mausoléu com preciosos relevos, representando as cenas de suas inúmeras glórias. Os frisos são acompanhados de textos explicativos, que descrevem minuciosamente cada uma das batalhas vencidas. Entre eles, a história das pelejas contra os povos do mar.
Por
volta de 1190 a.C., no oitavo ano de reinado de Ramsés III, o Egito foi atacado
por uma coalizão de povos marítimos. O faraó massacrou os invasores e
contabilizou uma retumbante vitória. Entre os derrotados, havia tribos de nomes
tão sonoros como Thekker, Shekelesh, Denyen, Wesheh e Peleset. Os estudiosos
concordam que estes últimos são idênticos aos filisteus da Bíblia.
O
quadro é complementado pelo Papiro Harris, uma crônica da época de Ramsés IV –
aproximadamente 1153 a.C. –, que detalha ainda mais os conflitos bélicos
ocorridos durante o reinado de seu predecessor. Os documentos relatam o
massacre empreendido por Ramsés III. Vencidos e aprisionados, os filisteus
foram levados à força para guarnições no Egito.
Mas
a dúvida permanece: até que ponto os construtores de Medinet Habu e os escribas
do papiro foram fiéis à realidade? Afinal, a narração de batalhas indecisas ou
de vitórias dos rebeldes não seria benéfica à gloriosa memória do faraó. A
ciência concorda que a questão é controversa. Há décadas, os estudiosos
discutem o teor de verdade dos textos. Parte dos pesquisadores argumenta que
não há exageros nos relatos, e que o faraó egípcio teria, de fato, trucidado os
filisteus e colonizado as guarnições com os sobreviventes. As imagens e a
narrativa que chegaram à atualidade demonstram que os povos do mar não
avançaram rumo ao Egito somente com seus exércitos, mas com carruagens cheias
de mulheres e crianças. Porém, se populações inteiras se mobilizaram em direção
a terras estrangeiras, tendo sido interceptadas pelos egípcios e obrigadas a se
estabelecer nos domínios do faraó, algum vestígio concreto dessa colonização
deveria permanecer. E o Egito não guarda remanescentes da cultura filistina,
que aparece mais nítida em outros locais.
Um
segundo grupo de estudiosos considera a tese de assentamento compulsório dos
povos do mar bastante plausível, mas argumenta que a descrição do local de
colonização é muito vaga. Esses pesquisadores ponderam que os filisteus podem
ter sido levados a algum lugar ao norte do reino egípcio. E como este era
bastante vasto, não é impossível que a Terra de Canaã, sob domínio do Egito nos
tempos de Ramsés III, tenha sido o local do desterramento. Os sepultamentos ao
estilo egípcio lá encontrados, possivelmente herdados pelos recém-chegados de
seus dominadores, e os objetos escavados na região juntamente com peças de
cerâmica moldadas à moda filistina depõem a favor dessa teoria.
Uma
terceira linha de pesquisa coloca em dúvida as conquistas e relatos de glória
de Ramsés III. Segundo seus defensores, os egípcios não saíram de modo nenhum
vitoriosos das batalhas contra os filisteus e estes teriam colonizado a região
de Canaã por conta própria. As marcas de destruição nos postos egípcios
avançados, como em Tel el-Farah, nos quais foi encontrada cerâmica tipicamente
filistina, parecem comprovar essa hipótese.
A
origem dos povos do mar é mais um assunto de disputa entre os estudiosos, que
concordam apenas sobre o espaço do Egeu como local de procedência. Alguns
pesquisadores consideram a região micênica como berço dos filisteus. Outros,
mais cuidadosos, defendem uma opinião conservadora: a pátria dos povos do mar
seria Chipre. E há ainda os audazes, que consideram que a colonização de Canaã
se deu a partir da Anatólia. Estes chegam a lançar mão da Ilíada de Homero como
repositório de informações sobre a origem filistina. Afinal, se o famoso
arqueólogo alemão Heinrich Schliemann conseguira encontrar Tróia guiado pelos
versos do grande poeta grego, então não parece impossível que Menelau ou Odisseu,
que depois de intermináveis périplos haviam atracado nas costas da Líbia e do
Egito, tenham sido os ancestrais dos filisteus.
O
registro arqueológico só reconstitui a origem filistina até Chipre, a última
estação inquestionavelmente pertencente aos povos do mar em sua peregrinação
rumo ao sul. Depois disso, qualquer tentativa de relacionar os diversos achados
fracassa em função da semelhança dos supostos vestígios com os remanescentes de
outras culturas oriundas do Egeu.
No Levante, os
recém-chegados filisteus realizaram mais do que simplesmente amedrontar os
nativos. Traziam na bagagem sua própria cultura e esforçaram-se por
estabelecê-la no novo lar. Mas eis que surge nova matéria de controvérsia entre
os estudiosos. Uns acreditam que o desenvolvimento que se seguiu representa
mera assimilação, com a crescente dissolução dos costumes filistinos. Outros
consideram tratar-se de uma aculturação, isto é, uma troca ativa entre duas ou
mais culturas, resultando na modelagem de cada uma delas.
De todo modo, o que
parece certo é que, embora os filisteus tenham vindo como conquistadores, logo
trataram de se arranjar com os hábitos de Canaã. Adotaram os elementos que
consideraram bons e práticos e mantiveram aquilo que lhes era caro. Assim, seus
deuses são todos de origem cananéia, bem como os parâmetros de guerra que
passaram a usar, como se pode verificar pela armadura ostentada por Golias no
relato bíblico. A cerâmica, no entanto, foi considerada demasiadamente simples,
e os filisteus continuaram a moldar suas peças de acordo com suas antigas
técnicas e tradições. As escavações na pentápole filistina trouxeram à tona uma
enorme quantidade de peças em estilo micênico. Porém, um século depois do
assentamento inicial, parece haver ocorrido o reconhecimento do valor da
cerâmica cananéia e a incorporação de novos elementos estilísticos, levando a
uma produção que unia os estilos micênico, cipriota, cananeu e egípcio.
Possivelmente, a ojeriza bíblica aos filisteus se relaciona menos com sua propalada violência bélica e mais com os seus hábitos. Seu cardápio incluía – além de boi, carneiro, aves e cabra – carne de porco, ingrediente culinário impensável para os hebreus e não encontrado nas montanhas vizinhas, habitadas pelos israelitas.
Se considerarmos que os filisteus não veneravam um único deus patriarcal mas uma grande quantidade de deuses e deusas, a indignação sacerdotal hebraica se torna ainda mais compreensível. A segunda mais importante divindade filistéia respondia ao sonoro nome de Baal-Zebub e os israelitas consideravam esse deus a personificação do paganismo. Hoje, belzebu é um nome corriqueiro para o diabo.
Possivelmente, a ojeriza bíblica aos filisteus se relaciona menos com sua propalada violência bélica e mais com os seus hábitos. Seu cardápio incluía – além de boi, carneiro, aves e cabra – carne de porco, ingrediente culinário impensável para os hebreus e não encontrado nas montanhas vizinhas, habitadas pelos israelitas.
Se considerarmos que os filisteus não veneravam um único deus patriarcal mas uma grande quantidade de deuses e deusas, a indignação sacerdotal hebraica se torna ainda mais compreensível. A segunda mais importante divindade filistéia respondia ao sonoro nome de Baal-Zebub e os israelitas consideravam esse deus a personificação do paganismo. Hoje, belzebu é um nome corriqueiro para o diabo.
Embora
sua engenhosidade não tenha sido reconhecida pelos moradores da montanha, os
invasores destacaram-se na arte da construção naval, introduzindo grandes
inovações tais como a âncora de pedra com braços de madeira, a vela móvel para
as embarcações e o cesto da gávea.
A
arquitetura também pôde se beneficiar: até então, a construção fazia uso apenas
de pedras brutas e tijolos. Os povos do mar trouxeram a técnica de esculpir
grandes blocos rochosos. Além disso, desenvolveram e aperfeiçoaram o
processamento de metais.
Em XI a.C., as cidades filistéias floresceram e destacavam-se pelos espaços amplos e pelas generosas construções. Os templos, erguidos em veneração a Dagan, impressionavam pela vastidão de suas galerias, cujas pilastras sustentavam tetos semi-abertos. Em seu interior, ardiam fogos sagrados, e altares móveis, nichos e plataformas de oração guarneciam os locais de culto. Em Ashcalon, vinhos exóticos eram produzidos e exportados. Numerosas garrafas foram desenterradas no local, comprovando que os habitantes dessa cidade gostavam de consumir a bebida, além da tradicional cerveja. Ecron, por sua vez, alcançou fama nacional e talvez até internacional pela produção de outro líquido precioso: o óleo de oliva, que se destacou na época pela excepcional qualidade.
Em XI a.C., as cidades filistéias floresceram e destacavam-se pelos espaços amplos e pelas generosas construções. Os templos, erguidos em veneração a Dagan, impressionavam pela vastidão de suas galerias, cujas pilastras sustentavam tetos semi-abertos. Em seu interior, ardiam fogos sagrados, e altares móveis, nichos e plataformas de oração guarneciam os locais de culto. Em Ashcalon, vinhos exóticos eram produzidos e exportados. Numerosas garrafas foram desenterradas no local, comprovando que os habitantes dessa cidade gostavam de consumir a bebida, além da tradicional cerveja. Ecron, por sua vez, alcançou fama nacional e talvez até internacional pela produção de outro líquido precioso: o óleo de oliva, que se destacou na época pela excepcional qualidade.
No
século X a.C., quando da unificação das tribos israelitas sob o rei Davi, os
filisteus foram colocados diante de uma grande dificuldade, com a força
multiplicada dos hebreus ameaçando-os. Além destes, os arameus, babilônios e
assírios foram de igual importância para sua decadência. Os arameus, por
exemplo, não mediram esforços para conquistar a cobiçada Gath e, no século IX
a.C., chegaram a sitiá-la, escavando um poço com mais de seis metros de
profundidade e sete de largura. Após ser tomada, a cidade nunca mais se
recuperou da destruição, desaparecendo dos registros por volta do século VII
a.C. A última menção a ela ocorre em 712 a.C., quando foi conquistada pelos
assírios e obrigada a pagar pesados tributos ao rei Sargão II, que no mesmo
período dobrou Ecron ao seu jugo. Ashdod já havia se tornado província assíria
um ano antes. Em 701 a.C. , o soberano de Ecron, o filisteu Padi, foi levado a
Jerusalém por Hezekiah, rei judaico que se rebelara contra os assírios.
A
derrocada ocorreu ao final do século VII a.C. A batalha de Karkemish, travada
em 605 a.C., derrubou o domínio assírio sobre as províncias da costa
mediterrânea e abriu caminho ao rei babilônio Nabucodonosor. Com sua chegada,
Ecron, Ashdod e Ashcalon, sofreram a derradeira destruição. As escavações
testemunham o cenário de horror que se estabeleceu. Ashcalon, com suas ruas de
comércio, templos e palácios, foi inteiramente incendiada. Nada nem ninguém foi
poupado, e os sítios arqueológicos atestam a existência somente de escombros de
guerra. Em Ecron, o fogo dos conquistadores ardeu com tamanha intensidade que
arrebentou as pedras calcárias das construções. Nenhuma peça de cerâmica
permaneceu inteira, comprovando a violência do assalto que se abateu como uma
catástrofe natural sobre a cidade. Depois da completa destruição, os poucos
moradores sobreviventes foram aprisionados e deportados para a Babilônia.
A
cultura filistina chegava, assim, ao seu ponto final. E, ao contrário dos
israelitas, que haviam sofrido destino semelhante, mas aos quais, depois de 70
anos de prisão, foi aberta a possibilidade de retornar a sua pátria, os
filisteus que não haviam sucumbido ao massacre nunca mais voltaram à Palestina
natal. Deles resta somente o relato antipático da Bíblia e o papel de
personificação do mal e da estupidez.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Final dos Tempos – Ordem dos acontecimentos
Final dos Tempos – Ordem dos acontecimentos
Tipo: Esboços e estudos bíblicos / Autor: Pr. Rodrigo M. de Oliveira
A maior dificuldade ao estudar Apocalipse e Escatologia, é ordenar os fatos (acontecimentos), saber quando ocorrerá o que. Então estou colocando aqui em ordem os fatos que estão e vão ocorrer nestes fins de tempos que vivemos, veja:
Cronologia do Fim – Cronologia Escatológica – O Futuro da Humanidade
Sinais do tempo do fim:
1. A formação do Estado de Israel em 1948 (Ezequiel 37)
2. Aumento das viagens e progresso da ciência (Daniel 12:4)
3. O sinal do engano (Mateus 24)
4. Guerras e rumores de guerras, epidemias e terremotos (Mateus 24)
5. A grande apostasia (1 Timoteo 4:1-4)
6. O florescimento do deserto (Isaías 35, 41 e 43)
7. Ataque da Rússia e seus aliados a Israel (Ezequiel 38 e 39)
8. A reconstrução do templo judeu em Jerusalém (Mateus 24 e Daniel 11)
9. Tornados, furacões e alterações no clima da Terra (Lucas 21)
10 O Arrebatamento:
11 Ressurreição de Todos os Mortos Que creram em Deus aguardando a Promessa e os Mortos da Igreja
12 Arrebatamento dos Vivos
13 Corpo transformado em um Corpo de Glória
14 Tribunal de Cristo
15 Bodas do Cordeiro
O Período da Tribulação:
16 A Primeira Metade da Tribulação:
(Aparição do Anticristo e o Falso Profeta - Marca da Besta))
17 O Julgamento dos Selos
18 O Julgamento das Trombetas
19 A Segunda Metade da Tribulação
(marca da Besta Ogrigatória)
20 A Destruição da Babilônia
21 O Julgamento das Taças
22 O Aparecimento Glorioso de Cristo:
23 O monte das Oliveiras - onde Jesus aparecerá primeiro
24 A Batalha de Armagedom
25 O Anticristo e o Falso Profeta São Lançados no Lago de Fogo.
26 O Julgamento Das Nações
27 O Milênio (Reinado de Cristo):
28 A Última Revolta de Satanás
29 O Julgamento do Grande Trono Branco (Juízo Final):
30 A Abertura dos Livros e o Julgamento Final
31 O Lago de Fogo (Satanás,Morte, Inferno lançados)
32 A Eternidade
33 Vivendo com Cristo (DEUS) para Sempre.
Leia ainda outras dezenas de nossos artigos sobre Escatologia e Apocalipse publicados aqui mesmo em Atos Dois.
1
--------------------------------------…
Atenção: Se você é pastor ou líder, conheça as conferências do Ministério Apostólico Atos Dois, e agende três noites, um retiro ou congresso interno, com o Pastor Ricardo Ribeiro, em sua igreja. O Pastor Ricardo Ribeiro reside na cidade de Teresópolis, RJ, e já ministrou em praticamente todo o território nacional, formando equipes de Intercessão, Libertação, Ministério de Casais, Batalha Espiritual, etc.
Tipo: Esboços e estudos bíblicos / Autor: Pr. Rodrigo M. de Oliveira
A maior dificuldade ao estudar Apocalipse e Escatologia, é ordenar os fatos (acontecimentos), saber quando ocorrerá o que. Então estou colocando aqui em ordem os fatos que estão e vão ocorrer nestes fins de tempos que vivemos, veja:
Cronologia do Fim – Cronologia Escatológica – O Futuro da Humanidade
Sinais do tempo do fim:
1. A formação do Estado de Israel em 1948 (Ezequiel 37)
2. Aumento das viagens e progresso da ciência (Daniel 12:4)
3. O sinal do engano (Mateus 24)
4. Guerras e rumores de guerras, epidemias e terremotos (Mateus 24)
5. A grande apostasia (1 Timoteo 4:1-4)
6. O florescimento do deserto (Isaías 35, 41 e 43)
7. Ataque da Rússia e seus aliados a Israel (Ezequiel 38 e 39)
8. A reconstrução do templo judeu em Jerusalém (Mateus 24 e Daniel 11)
9. Tornados, furacões e alterações no clima da Terra (Lucas 21)
10 O Arrebatamento:
11 Ressurreição de Todos os Mortos Que creram em Deus aguardando a Promessa e os Mortos da Igreja
12 Arrebatamento dos Vivos
13 Corpo transformado em um Corpo de Glória
14 Tribunal de Cristo
15 Bodas do Cordeiro
O Período da Tribulação:
16 A Primeira Metade da Tribulação:
(Aparição do Anticristo e o Falso Profeta - Marca da Besta))
17 O Julgamento dos Selos
18 O Julgamento das Trombetas
19 A Segunda Metade da Tribulação
(marca da Besta Ogrigatória)
20 A Destruição da Babilônia
21 O Julgamento das Taças
22 O Aparecimento Glorioso de Cristo:
23 O monte das Oliveiras - onde Jesus aparecerá primeiro
24 A Batalha de Armagedom
25 O Anticristo e o Falso Profeta São Lançados no Lago de Fogo.
26 O Julgamento Das Nações
27 O Milênio (Reinado de Cristo):
28 A Última Revolta de Satanás
29 O Julgamento do Grande Trono Branco (Juízo Final):
30 A Abertura dos Livros e o Julgamento Final
31 O Lago de Fogo (Satanás,Morte, Inferno lançados)
32 A Eternidade
33 Vivendo com Cristo (DEUS) para Sempre.
Leia ainda outras dezenas de nossos artigos sobre Escatologia e Apocalipse publicados aqui mesmo em Atos Dois.
1
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Atenção: Se você é pastor ou líder, conheça as conferências do Ministério Apostólico Atos Dois, e agende três noites, um retiro ou congresso interno, com o Pastor Ricardo Ribeiro, em sua igreja. O Pastor Ricardo Ribeiro reside na cidade de Teresópolis, RJ, e já ministrou em praticamente todo o território nacional, formando equipes de Intercessão, Libertação, Ministério de Casais, Batalha Espiritual, etc.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
“Conselho” de Spurgeon aos usuários do Facebook, Twitter, etc.
“Conselho” de Spurgeon aos usuários do Facebook, Twitter, etc.
“Evita discussões insensatas” – (Tt.
3:9)
Nossos dias são poucos e podem ser mais
bem empregados fazendo coisas boas do que discutindo assuntos que, na melhor
das hipóteses, são de menor importância. Os antigos estudiosos causaram muito
prejuízo com a incessante discussão de assuntos sem nenhuma importância
prática; e nossas igrejas travam pequenas batalhas sobre pontos abstratos e
questões sem importância. Depois de dizer tudo o que pode ser dito, nenhum dos
lados fica mais sábio e assim, a discussão não acrescenta mais conhecimento do
que o amor, e é loucura semear num campo tão estéril.
Questões sobre pontos onde há
silêncio nas Escrituras; sobre mistérios que só pertencem a Deus; sobre
profecias de interpretação duvidosa; e sobre o modo de observar cerimoniais
humanos são loucura, e os sábios as evitam. Nosso problema não é nem fazer, nem
responder a tais questões, mas evitá-las todas; e se observarmos os preceitos
dos apóstolos (Tito 3:8), sendo diligentes em fazer coisas boas, ficaremos
ocupados demais para ter qualquer interesse em discussões inúteis, contenciosas
e desnecessárias.
No entanto, há algumas questões que
são o oposto da loucura, as quais não devemos evitar, mas conhecer honesta e
verdadeiramente, tais como: Creio no Senhor Jesus Cristo? Minha mente é
renovada? Ando segundo a carne ou segundo o Espírito? Estou crescendo na graça?
Minhas conversas embelezam o ensino de Deus, meu Salvador? Estou aguardando a
vinda do Senhor, e vigiando como deveria um servo que espera por seu mestre?
Que mais posso fazer por Jesus?
Tais questões exigem nossa atenção
imediata; e se somos dados a contestações, voltemos nossa habilidade crítica
para algo muito mais proveitoso. Sejamos pacificadores e tentemos induzir
outros, tanto por nossos preceitos quanto por nosso exemplo, a “evitar questões
insensatas”.
FONTE: CharlesHaddonSpurgeon.com
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Como Descobrir Meus Dons Espirituais
Como Descobrir Meus Dons Espirituais
Algumas perguntas que nos ajudam na descoberta de nosso dons:
2- O que os outros dizem de mim? Quando eles são abençoados por mim? Em que eu faço ou poderia fazer diferença na vida de outras pessoas? Deus nos deu dons para servimos a outras pessoas de forma que estas sejam encorajadas e edificadas.
A palavra do Senhor ensina que somos membros de um
só corpo que é a igreja, e que cada um tem um função específica (I Co
12:12-31). Para realizarmos a nossa função no corpo, precisamos saber quais são
nossos dons para não entrarmos em áreas que não fomos chamados.
Daremos a seguir algumas dicas que nos ajudarão
nesse assunto tão preciso.
1- O que é Dom Espiritual?
1- O que é Dom Espiritual?
É um carisma (Charisma) recebido como um presente
de Deus, com a finalidade de suprir através de seu exercício, as necessidades
físicas, materiais, intelectuais e emocionais do corpo e através do corpo; e
acima de tudo derramar bênçãos espirituais sobre nós.
Obs.: Não podemos confundir dons espirituais com
talentos, nem com frutos do Espírito, nem com cargos na igreja.
2- Diferença entre Dons Espirituais e talentos
- Talentos:
algo que já nascemos com eles.
Exemplo: agilidade com as mãos, desenhar,
trabalhar com madeira, couro, tecidos, vendas, comunicação etc.
Obs.: Tanto crentes como não crentes
têm talentos.
- Dons
Espirituais: algo que vem de Deus e só os cristãos nascidos de novo
(quando aceitam o senhor Jesus como salvador) recebem dons espirituais.
Não podemos confundir talento
nato nem Dom espiritual com entretenimento, nem um nem outro é absolutamente
algo que você aprende. Podemos sim, desenvolver tanto um como o outro, e no
caso do Dom, aprender a usá-lo cada vez mais no poder e na dependência do
Espírito Santo.
Obs.: Podemos aperfeiçoar o talento e
até substituir a ausência deste com muito esforço e treinamento; mas nem
treinamento, nem talento produzem ou substituem o Dom Espiritual no corpo de
Cristo.
Diferença entre Dons e Frutos do Espírito
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Dons
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Frutos
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Dons
definem aquilo que o crente faz (serviço).
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O fruto
do Espírito ajuda a definir aquilo que o crente é (caráter).
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Deus
fornece os dons para serem exercitados.
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Pelo
Espírito, Deus produz este amadurecer com a cooperação do crente.
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Ele
quer trabalhar através de nós.
|
Ele
quer trabalhar em nós, renovando a imagem de seu filho (Rm 8:28).
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Algumas perguntas que nos ajudam na descoberta de nosso dons:
1- O que gosto de fazer? Se eu
pudesse fazer qualquer coisa sem medo de falhar, o que gostaria de fazer? Os
nossos dons clamam para serem usados? Nós nos sentirmos realizados quando
cumprimos com os propósitos de Deus? Quando precisamos tomar uma decisão, quanto
a carreira, vocação, opções de estudo ou trabalho, é importante entender nossos
dons e chamado; muitas vezes podem servir como bússola na descoberta de Deus
para nossas vida.
2- O que os outros dizem de mim? Quando eles são abençoados por mim? Em que eu faço ou poderia fazer diferença na vida de outras pessoas? Deus nos deu dons para servimos a outras pessoas de forma que estas sejam encorajadas e edificadas.
3- O que me incomoda na Igreja? Muitas vezes o
que nos incomoda é ver algo mal feito que pudesse ser feito muito melhor. Esse
conhecimento e sensibilidade podem ser a manifestação de um Dom. Muitas pessoas
não percebem o problema ou a diferença que haveria se fosse diferente.
Precisamos pedir ao Espírito Santo para nos dirigir quanto a ajudar a Igreja em
áreas que nos incomodam.
Amém!
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