Fazemos parte da Segunda Igreja Batista em Cabedelo/Pb, situada no bairro, Jardim Manguinhos em frente a Estação de trem.
Horários de cultos:

- Terça: departamentos 19:30h

- Quarta: Culto de oração 19:30h

- Quinta: Reunião da União de adolescentes 19:30h

- Sabado: Culto da UNIJOVEM 19:00h

- Domingo: EBD 09h e Culto de adoração 18h

terça-feira, 1 de março de 2011

"Vídeo de Pastor pregando contra o homossexualismo vira polêmica e recebe críticas"

Utilizando o Youtube como ferramenta, o Pastor Luiz Lourenço de Sousa, conhecido como Poroca, foi chamado de homofóbica por ter publicado um vídeo com uma pregação contra o homossexualismo.
O vídeo foi taxado de homofóbico por parte da imprensa, nele o Pastor Poroca conta suas primeiras conclusões sobre um estudo que está fazendo sobre o homossexualismo de acordo com a Bíblia e afirmou que “os gays são abominações e queimarão no inferno” e que “Se tu és ladrão é perdoado, se és sapatona é perdoado, se é homossexual é perdoado. Mas se tu morrer assim será condenado”.
O Pastor também aproveitou para criticar a Igreja Contemporânea, conhecida como a Igreja Evangélica para gays e seus Pastores, Marcos Gladstone e Pablo Inácio. As declarações ganharam destaque nacional, milhares de pessoas já assistiram ao vídeo.
O Poroca é da Igreja Assembléia de Deus da cidade de Marizópolis na Paraíba, onde é conhecido por suas pregações polêmicas e como “o homem que falou com Deus”.

Críticas e ataques

O site gay “Cena G” classificou a pregação como “circense” e “engraçado”. Outro comentário chamou o pastor de “podre” e pediu para que “aprenda a falar primeiro e depois venha dar sermão nas pessoas. Podre! Quem vai para o inferno é você que é mentiroso e usa o nome de Deus em vão. Deus é amor e toda forma de amor é válida! Melhor amor do que a guerra!”
No Youtube os comentários no vídeo são em grande maioria de ataques ao Pastor: “Decadente, iludido, ignorante e dono da verdade. Esse não é nada mais do que o estereótipo do Evangélico no Brasil… Pessoas burras que trocam as salas de aula pelas igrejas…que trocam os livros pela Bíblia e se acham no direito de julgar a todos. Como ouvi um dia de um amigo. Esse povo cobra tanto respeito da sociedade mas eles mesmo não conseguem, querem e nem ao menos tentam respeitar ninguém… Por isso acredito em Deus e pronto….nada mais”, diz o comentário mais elogiado na página.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

"Conselho aos jovens"

EC 12.1 – “LEMBRA-TE também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;”

INTRODUÇÃO.
Dizem que se conselho fosse bom não era dado e sim vendido. Mas este ditado popular não é verdade. A Bíblia, a Palavra de Deus, deseja que nós vivamos melhor e por isso nela estão contidos muitos conselhos que nos ajudam a viver melhor, a viver uma vida feliz, esse é o grande desejo de Deus para nós. Por isso, preste bastante atenção aos conselhos nela contidos:

I. ESCOLHA BEM SEUS AMIGOS.
1. Cuidado, pois aquele amigo que você diz ser seu melhor amigo pode te decepcionar. (Sl 41.9)
2. Cuidado, pois os seus amigos podem apenas estar interessados naquilo que você tem a oferecer e não naquilo que eles têm a oferecer pra você (Pv 19.4).
3. Lembre-se de que Jesus Cristo é o nosso melhor amigo.

II. LEMBRE-SE QUE A JUVENTUDE PASSA DEPRESSA.
1. A juventude é vaidade, nos diz o sábio Salomão. (Ec 11.10)
2. A vida passa rapidamente, como um breve pensamento. (Sl 90.9,10)
3. Na juventude, lembre-se do seu Criador (Ec 12.1)

III. NÃO ESQUEÇA DE LEMBRAR QUE JESUS CRISTO AMA VOCÊ.
1. Ele morreu por você.
2. Ele morreu pra você ter o portunidade de viver.
3. Ele morreu para fazer de nós filhos de Deus.

CONCLUSÃO.
Quantos anos você pensa em viver? Qual é a razão da tua vida? Quem é Jesus Cristo pra você? Você conhece a Jesus Cristo? Como está teu coração?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Jovens evangélicos estão cada vez mais se aproximando das drogas

Tudo começou com um punhado de anfetaminas e o desejo desenfreado de vencer no ciclismo. Mas logo vieram o êxtase, a cocaína, o crack, as brigas com a família e os roubos para manter o vício que acabara de se instalar. A cada capítulo, o drama vivido por Danilo Gouveia, personagem interpretado pelo ator Cauã Reymond na novela Passione, da Rede Globo, mexeu com os telespectadores e chocou a sociedade com a dura realidade das drogas. Não é o primeiro sucesso do showbiz nacional em cima do assunto. Em comum, histórias como a de Gouveia alertam dramaticamente que ninguém está livre desse perigo – nem mesmo aqueles que estão aparentemente nas situações mais seguras, aos olhos dos homens. Johnnatan Wagner Richele Guardian, hoje com 25 anos, sabe muito bem o que isso significa. Nascido numa família de pastores, Johnnatan cresceu dentro de uma congregação da Igreja do Evangelho Quadrangular, numa pacata cidade do interior das Minas Gerais. Na adolescência, envolveu-se com o grupo de mocidade e começou a tocar nos cultos. Tinha talento e um futuro promissor. Mas trocou tudo pela bebida e pela droga. A ponto de terminar traficando cocaína e crack nas ruas da cidade de São Paulo. Tornara-se um dependente.
Para quem observa hoje o trabalho e o envolvimento do obreiro Johnnatan com a juventude da Igreja Internacional da Graça de Deus, onde se prepara para o pastorado, é até difícil imaginar o que pode ter acontecido para um moço aparentemente tão fervoroso espiritualmente ter se esfriado tanto. “As pessoas sempre me viam nos cultos, mas não sabiam o que se passava comigo”, conta. Repetindo o que acontece com tantos garotos que crescem numa aparente segurança espiritual dentro das igrejas, ele estava longe da fé fervorosa da avó, que sempre o levava aos cultos. “Eu achava tudo muito careta e, influenciado por alguns amigos, pensava que ser crente era viver escondido atrás de uma Bíblia”. Aos 19 anos, o rapaz deixou a igreja. Com a “ajuda” daqueles mesmos amigos, começou a beber. Dali para as drogas, foi um passo.
Como o que ganhava já não era suficiente para comprar tóxicos, começou a vender coisas de casa até ser flagrado pela mãe. Já estava dominado pelo vício. Nos anos seguintes, não foram poucas as tentativas de deixar as drogas, mas elas sempre terminavam em fracasso. Bastava uma discussão que o deixasse mais nervoso para Johnnatan mergulhar novamente naquele mundo. “Quando ficava desempregado ou o dinheiro acabava, vinham as vozes no ouvido: ‘Por que você não se mata? Jogue-se da ponte!’. Era terrível”, recorda. Conseguiu sobreviver até que um de seus patrões o levou de volta à igreja, onde recebeu a Cristo como Salvador. Logo foi incentivado a largar o vício. Essa decisão, assim como a de romper com velhas amizades e até mesmo um namoro, foram decisivas para que ele tivesse êxito.
Histórias de crentes que enfrentam o pesadelo das drogas chegam a soar muitas vezes quase como surreais. Porém, o que mais impressiona não são experiências sobrenaturais ou as misérias enfrentadas quando a pessoa chega ao fundo do poço, mas perceber que esses casos se multiplicam. Por si só os números que envolvem as drogas têm dimensões infinitamente maiores do que qualquer das pragas descritas no Apocalipse. Estima-se que, em todo mundo, mais de 210 milhões de pessoas usem algum tipo de droga ilegal. Dessas, de acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas, 26 milhões enfrentam problemas sérios, como a dependência de substâncias mais pesadas, especialmente nos grandes centros urbanos. É um problema de saúde pública, inclusive no Brasil, estima-se que haja quase 900 mil usuários. Mas, quando se pensa que uma parte desse contingente é formada por jovens filhos de crentes ou desviados das igrejas, a preocupação é ainda maior.
Não existem pesquisas nem números que quantifiquem de fato essa relação perigosa dos jovens evangélicos com as drogas. Mas basta analisar o perfil dos pacientes internados nas muitas casas de recuperação para dependentes químicos espalhadas pelo Brasil para perceber que vários deles têm ou tiveram alguma relação anterior com o Evangelho. Essa constatação se repete nas ruas. No Rio de Janeiro, missionários que trabalham nas favelas costumam relatar encontros em que traficantes pedem orações. “Cansei de conhecer traficantes filhos de crentes”, confirma o missionário Pedro Rocha Júnior, de Jovens com uma Missão, a Jocum. Atualmente no Cairo (Egito), ele passou mais de uma década pregando o Evangelho e prestando serviços sociais no Morro do Borel, zona norte da capital carioca, num tempo em que a comunidade era dominada pelo narcotráfico. “Muitos dos traficantes tinham nomes bíblicos, como Ezequiel, Davi, Josué. Gente criada na igreja, mas que depois pulou fora e caiu no vício.”
Em São Paulo, na chamada Cracolândia – área da região central da cidade que ganhou fama pelo tráfico de drogas e pela prostituição, além dos delitos praticado a céu aberto e em plena luz do dia –, meninos e meninas que um dia cantaram em corais juvenis de igrejas agora não passam de moribundos que vagam pelos becos alucinados pela próxima dose. “É assustador ver que tanta gente com quem trabalhamos saiu de igrejas e provêm de famílias evangélicas. Seja por terem uma religião apenas nominal ou por experimentarem alguma frustração com o sistema, foram presas fáceis para a tentação das drogas”, explica a advogada e missionária Selma Maria de Oliveira, de 33 anos. Ela integra a Missão Cena, organização interdenominacional que trabalha na região da Cracolândia. Sua sede, localizada próximo dali, é um refúgio para quem já não pode contar com mais nada nem ninguém. A cada terça-feira, centenas de moradores de rua e viciados dirigem-se à base para comer, tomar banho, cortar o cabelo e trocar de roupa. Lá, encontram abrigo temporário, mas que pode se transformar em permanente: após passar por uma triagem, os usuários de drogas têm a possibilidade de conseguir tratamento na Fazenda Nova Aurora, centro de recuperação que a missão mantém em Juquitiba, no interior paulista.
A impressão dessa alta presença de ex-crentes entre os viciados foi partilhada pelo repórter de CRISTIANISMO HOJE. A revista acompanhou na região central de São Paulo o trabalho de uma equipe de obreiros da Cena. Conversando com usuários de drogas como o crack, é possível perceber a origem e formação evangélica de diversos deles, como um rapaz que falava da Bíblia para moradores de rua. Antes, líder do louvor numa igreja pentecostal, ele agora se tornou traficante. Mesmo pedindo para não ser identificado, falou um pouco sobre sua história. Ainda guarda do Evangelho a certeza de que há perdão e restauração em Cristo, mas, por enquanto, diz não ter forças para sai do fundo do poço. “Tenho esperança de que um dia voltarei para os caminhos do Senhor”, diz. Mesmo assim, garante, fala do amor de Jesus aos outros. “Até ensino o pessoal a cantar alguns hinos”, diz, sorrindo.
“Há pelo menos quatro fatores que podem explicar o vício entre os jovens: o físico, o psicológico ou emocional, o social – e também o espiritual”, explica a psicóloga Gisele Aleluia, professora do Instituto de Integração da Família (Inif) e de pós-graduação na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. Ela diz que os adolescentes são presas fáceis quando buscam reconhecimento entre os amigos e acham que as drogas os ajudarão a ser mais populares ou vencer a timidez na hora de namorar. Já outros, na ponta oposta, são por demais curiosos e auto-suficientes para achar que correm riscos. “A mesma falta de perspectivas pode ser encontrada entre aqueles inseguros, que vão atrás de alívio para seus problemas”, aponta.
Pesquisa recente mostrou que um em cada quatro estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública brasileira já experimentou algum tipo de droga, além do cigarro e das bebidas alcoólicas. Há dez anos, a média de idade para o primeiro contato era de 14 anos. Agora, não passa de onze. As pesquisas também revelam que, devido à exibição na televisão dos efeitos devastadores dos entorpecentes na vida de viciados e às campanhas de prevenção, a juventude brasileira sabe o tamanho desse problema. Ainda assim, boa parte dela não consegue ficar longe de um baseado de maconha ou um papelote de cocaína.
“No meio evangélico, some-se a tudo isso o ambiente repressor de muitas igrejas. Ao sair desse sistema, o jovem está vulnerável e despreparado”, continua a psicóloga Gisele. “Justamente por conta dessa tolerância para com os de fora e intolerância para os de dentro, a igreja tem facilidade para lidar com quem pede ajuda e dificuldade para auxiliar alguém já recuperado que recai”, diz.


Espiritualidade Terapêutica
“Valores espirituais protegem a pessoa das drogas. Por isso, torna-se tão importante falar a língua do jovem”, faz coro Gisela. Acontece que normalmente famílias e igrejas que enfrentam o perigo das drogas com seus jovens têm dificuldade para fazer a pressão na medida certa e ao mesmo tempo manter o mínimo de diálogo. Na lacuna, quem entra com força são os centros especializados no acolhimento e tratamento a viciados. Não por acaso, a maior parte das casas de recuperação são evangélicas ou católicas, sendo procuradas também por quem não tem religião. Mas a demanda é grande demais, inclusive por parte das igrejas e famílias evangélicas que as vêem como última esperança. Quem atua no setor quer fazer mais. “Para prestar um serviço relevante à sociedade precisamos nos qualificar, mas também melhorar nossa estrutura física”, diz o presidente de uma entidade, pastor Wellington Vieira.
A fé, contudo, não faz milagre sozinha. “Não adianta somente se dizer evangélico. Se a família que frequenta a igreja é disfuncional, a chance de seus filhos pararem nas drogas é alta”, constata o pastor Carlos Roberto Pereira da Silva, do Desafio Jovem de Rio Claro (SP).
“O tratamento é mais bem estruturado e mais complexo agora”, destaca Carlos, “mas, ainda hoje, a filosofia de trabalho permanece a mesma. Temos uma das melhores porcentagens de recuperados no país, com mais de 70% de sucesso. Nos Estados Unidos, o índice chega a 86%”. Ele é parte dessa estatística, já que, no passado, foi viciado e chegou a roubar e traficar drogas. Com conhecimento de sobra, o pastor não tem ilusões em relação ao assunto. “Infelizmente, muitas igrejas querem lidar com viciados sem o mínimo de estrutura. Não se tira alguém das drogas com uma simples oração ou unção com óleo”. Mas sabe que o Evangelho de Jesus continua tendo poder de mudar vidas. “Acredito que a Igreja brasileira continua sendo um lugar terapêutico, mas é preciso voltar a tocar a trombeta do despertamento.”


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Liberdade X Libertinagem

Os jovens de maneira geral sonham com a liberdade, talvez por tratar-se de uma fase de transição onde estamos deixando de ser crianças, dependente do controle dos pais, e começamos a seguir o nossos próprios caminhos, a fazer nossas próprias escolhas.
Temos visto muitos jovens se enveredando por caminhos errados por não terem um equilíbrio e confundirem o conceito de liberdade e libertinagem, que diga-se de passagem, são coisas bem diferentes.



Vejamos então os conceitos de liberdade e libertinagem:

Liberdade: Ato de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio (resolução dependente apenas da vontade) qualquer coisa; gozo dos direitos do homem livre; independência; autonomia; permissão.

Libertinagem: Devassidão; vida de libertino; os libertinos (ímpios).

Algumas pessoas da sociedade e principalmente os meios de comunicação tem colaborado com a difusão desses conceitos distorcidos de uma liberdade totalmente permissiva, onde tudo é possível, onde você pode experimentar de tudo e fazer o que quiser de sua vida.
Se pararmos um pouco diante da TV, perceberemos logo que qualquer produto que o consumo seja destinado ao público jovem estará sempre ligado a uma imagem que nos remete a essa suposta “liberdade”. Me refiro a “suposta”, porque na maioria das vezes essa liberdade não é verdadeira, muito pelo contrário, são meios de nos tornarem cada vez mais prisioneiros, dependentes do consumo de marcas, produtos, para então sermos aceitos no convívio social e nos sentirmos capazes de ser livres para estar em qualquer lugar ou fazer qualquer coisa.
O que o mundo tenta nos oferecer como liberdade é, na verdade, a pior escravidão imaginável. Basta vermos os altos índices de jovens que se dizem livres e independentes, entregues ao consumo desenfreado de drogas, bebidas, moças dependentes de inibidores de apetites, rapazes entregues ao uso de anabolizantes, promiscuidade e doenças por conta do sexo “livre”.

Em 2 Pedro 2: 17-19 temos a definição do que vem a ser essa falsa liberdade: “Estas são fontes sem água, névoas impelidas pela tempestade, para os quais está reservada a escuridão das trevas eternamente. Pois preferem palavras arrogantes de vaidade, e nas concupiscências da carne engodam com dissoluções aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro. Prometendo-lhes liberdade, sendo eles escravos da corrupção; porque de quem um homem é vencido, do mesmo é feito escravo.”
Sim, essa é a falsa liberdade. Mas graças damos a Deus que nos fez verdadeiramente LIVRES através de Seu filho Jesus Cristo! “Cristo nos libertou para que sejamos de fato livres. Estais, pois, firmes e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da escravidão.” (Gálatas 5- 1)
Nós, jovens, geração eleita do Senhor, não podemos ser passivos diante dessa realidade de libertinagem imposta pelo mundo, precisamos estar munidos para o combate e a nossa arma é a Palavra de Deus, essa sim, é a verdade que nos torna LIVRES! “Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (João 8- 32)

Nós somos a luz do mundo, o Espírito Santo está sobre nós. Ao contrário do que o mundo acha, nós somos livres sim, livres do pecado, livres para renunciar tudo que não agrada a Deus. “Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” 2 Coríntios 3-17

Fomos LIVRES pelo poder do sangue de Jesus, e como jovens livres, santos, separados temos que viver o que está escrito em Isaías 61- 1 “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” e Lucas 4- 19 “A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do SENHOR.”
SIM, hoje somos LIVRES, para saltar as muralhas do pecado que antes nos afastavam da presença de Deus e viver uma vida plena na presença do Senhor!
Comemore hoje mesmo a sua LIBERDADE, não a que o mundo dá, mas a verdeira LIBERDADE, que só encontramos em Cristo Jesus!

Anuncie para todos que o seu libertador vive e reina para sempre!
Obrigado Jesus, por nos tornar LIVRES!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Jogando fora o lixo!

HÁ TEMPO DE GUARDAR E TEMPO DE JOGAR FORA
(Eclesiastes 3.6 b)
Existem pessoas que têm o hábito de guardar o que deveria ser eliminado há muito tempo.
Chega um momento em que certas coisas começam a sobrar em nossa vida, então o que temos a fazer é separar o que é realmente importante, daquilo que é lixo.
Em se tratando de “lixo espiritual ou emocional” a coisa é muito mais séria. Esse tipo de lixo esfria a fé, nos afasta de Deus, atrai o pecado, traz o mau hábito, muda o comportamento, altera nossa personalidade, mancha nossa moral, distancia os bons amigos, separa irmãos, leva o rancor para dentro dos relacionamentos familiares.
Mas o que devemos guardar?
Em Filipenses 4.8 encontramos a resposta. Devemos guardar tudo o que é: verdadeiro (a mentira não pode controlar nossa mente e coração), respeitável e justo (ou seja, tudo o que é digno de respeito e correto), puro (pureza moral, de coração), amável (belo, atraente), de boa fama (o que é digno de ser comentado, compartilhado), e finalmente tudo o que tem virtude e louvor (se tem virtude servirá de motivação para nos aperfeiçoar; e se tem louvor, é digno de ser recomendado a outros).
“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca." (LC 6:45)

"Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu." (RM 1:21)
O que devemos jogar fora?
A mágoa, ressentimento, ódio, dúvidas, maledicências, fofoca, calúnia, contendas, orgulho, preguiça, inveja, dureza de coração, incredulidade...
"Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu." (RM 1:21)
Enfim, tudo o que é desprezível, contrário à vontade de Deus estabelecida em Sua Palavra, tudo o que é lixo, impróprio e indevido. Nada disto pode ter lugar em nossa vida Comunitária e familiar.
O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos." (TG 1:8)
Sejamos sinceros: como temos dificuldade de jogar fora, de desfazermos dessas coisas nocivas à fé, à saúde e relacionamentos... Porém precisamos entender, que duas coisas antagônicas entre si não podem ocupar, ao mesmo tempo, o mesmo lugar. Ou a sujeira expulsa a limpeza, ou vice-versa.

ILUSTRAÇÃO:

* Certo dia um discípulo chegou para o seu mestre e perguntou: - Mestre, por que devemos ler constantemente a Bíblia se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo tudo que lemos? Somos obrigados a constantemente ler de novo o que já esquecemos. O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo: -Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui. O discípulo olhou pra o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto sujo, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada. O mestre perguntou: - Então, meu filho, o que você aprendeu? O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente: -Aprendi que cesto de junco não segura água. O mestre ordenou que repetisse o processo de novo. Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou: - Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu? O discípulo novamente respondeu com sarcasmo: - Que cesto furado não segura água. O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa. Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir escadarias. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo: - Então meu filho, o que você aprendeu? O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado: - O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo. O mestre, por fim, concluiu: - Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê o que importa na verdade, é que através deste processo maravilhoso a sua mente e a sua vida ficam limpas, diante do poder da palavra, porque a FÉ vem pelo ouvir, e ao ouvir praticar, tendo como resultado um milagre DIVINO em sua vida, tornando-o a imagem e semelhança de CRISTO!

Antigamente nós guardávamos mágoas, ressentimentos, ódio, avareza, ganância e outros tipos de quinquilharias que para nada serviam. Essas bugigangas espirituais tiram nossa paz, nossa fé, nossa alegria e impedem que experimentemos a plenitude das bênçãos do Senhor.

CONSEQUÊNCIAS DA CASA LIMPA E PURA:
Com a nossa casa espiritual limpa, poderemos decorá-la com amor, compreensão, louvor ao Salvador, alegria e felicidade.

"Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro;" (1PE 1:22)

A nossa casa ficará mais perfumada e aconchegante. Todos terão prazer em entrar e certamente ficarão admirados com a transformação encontrada.

Fechando as Portas - Neemias-04.01

Falamos da importância de erguer os muros para a cidade, e também vimos a importância de se estabelecer muros que cerquem nossa vida espiritual, hoje porém vamos ver que não foram somente os muros que foram estabelecidos.
A primeira medida foi...
1. Para poder erguer os muros foi preciso tirar os escombros (lixos), e encontrar os alicerces antigos (Ne. 4:10).
-O que havia caído eram os muros não o alicerce, e como vimos então muitos entulhos ficaram pelo chão, o primeiro trabalho a se fazer era tirar o lixo que cobria o alicerce, isso não foi tarefa fácil, diz o texto que os homens ficaram exaustos, chegaram até a desanimar dizendo: “nunca iremos conseguir reconstruir os muros pois existe muito lixo pesado sobre o alicerce”.
  • Remover lixo não é uma tarefa fácil nem gostosa de se fazer, mas para se reconstruir alguma coisa é preciso tirar o lixo, não se faz uma construção sobre um monte de entulhos.
  • "Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor." (2TM 2:22)
  • CONCLUSÃO
    Talvez você está aqui hoje dizendo puxa, um dia os muros da minha vida espiritual foram para baixo, os inimigos então entraram na vida espiritual que estava sem proteção, e o pecado teve liberdade e em minha vida e muito lixo foi acumulado.
  • Talvez você esteja pensando “acho que nem sou um crente”.
  • Não se deixe levar pelas armadilhas de Satanás pois ele quer que você dê sua vida por perdida.
  • Ele quer te desmotivar como fez com o povo de Israel, veja as palavras de Jesus em (João 13:10), se você sujou a sua vida com pecado você só precisa reconhecer, se arrepender e receber a Jesus Cristo como seu salvador pessoal.
  • Encontre novamente o fundamento da sua fé. Jesus afirma em Apocalipse: Lembra-te de onde caíste arrepende-te e volta à prática as primeiras coisas! (Ap. 2:5).
"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”.

"Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor." (2TM 2:22)

"Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo." (HB 3:12)